Evoluçao da Marca ou Logotipo da EDP desde 1978 ate 1993
EDP em 2022 apresenta nova imagem inspirada na transição energética
A EDP mudou de imagem, substituindo o logótipo
vermelho que foi sinónimo da marca nos últimos onze anos.
Sob o mote "a mudar, já hoje, o amanhã", a empresa diz que quer
"falar a uma só voz", e substitui o símbolo vermelho (que assumia, em
função do contexto, pequenas variações) por um único desenho: uma espiral que
transita de verde para azul, com o nome da companhia colocado ao lado do ícone,
em letras minúsculas estilizadas.
Foi perante uma plateia de mais de uma centena de colaboradores da
empresa reunidos no Museu da Eletricidade, em Lisboa (e com transmissão em
direto para os outros 13 mil funcionários da companhia) que o CEO da EDP
apresentou a nova imagem. Por coincidência, exatamente 5 anos depois das buscas
na empresa que mais tarde haveriam de ditar a saída da empresa do então líder
António Mexia.
Num local (a antiga Central Tejo, que durante
décadas forneceu energia à região de Lisboa e foi convertida em museu) que
Miguel Stilwell considerou "apropriado" para o evento, que representa
um "passo em frente" na transformação da energética, que quer
"acelerar a concretização da ambição de liderar a transição energética e
crescer enquanto companhia global".
Stilwell garante que a EDP "continua a ver
com preocupação os desafios que o mundo enfrenta" e realçou que "sem
alterações estruturais na forma como vivemos, será impossível limitar o aumento
da temperatura", o que vai tornar "imprevisível" a vida no
planeta".
Os efeitos da guerra na Ucrânia não ficaram
esquecidos: "Como se as alterações climáticas não fossem
suficientes", continuou o presidente executivo da EDP, "a crise
energética e humanitária que o mundo vive há vários meses não deixa dúvidas que
a dependência dos combustíveis fósseis provoca instabilidade e aumento de
preços e pode ter um impacto muito negativo na vida das pessoas". "O
conflito", lamentou, "piorou uma crise energética que enfraquece as
nossas economias, aumenta a desigualdade social, provoca instabilidade em todo
o mundo e enfraquece quem depende de matérias-primas" da Ucrânia e da
Rússia.
Para Miguel Stilwell, "não há dúvida
absolutamente nenhuma" que precisamos de "mais investimento em fontes
limpas de energia". "Já não é apenas uma questão de atingir metas ambientais,
é uma questão de independência energética e também de custos".
"À medida que a companhia evolui, a nossa
identidade gráfica tem de acompanhar", explicou a empresa no evento.
A decisão é tomada depois da empresa ter
"reforçado o compromisso com a transição energética, assumindo um
investimento de 24 mil milhões de euros até 2025", assegurou a EDP.
Por: Hugo Neutel
%20-%20C%C3%B3pia.jpg)
Sem comentários:
Enviar um comentário